Menina muçulmana obrigada a casar aos 9 anos faleceu após a noite de núpcias com noivo de 40

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Uma menina de apenas 8 anos de idade foi obrigada a casar com um homem que é 5 vezes mais velho do que ela. Isso aconteceu no Iêmen, o que é uma tradição ainda muito comum naquele país do médio oriente. Por lá, 25 por cento das mulheres casa antes de completar 15 anos.

Pois bem, essa menina de que estamos falando morreu recentemente na noite de núpcias por causa de uma hemorragia interna.

Em 2010, já tinha sido notícia que uma menina de 12 anos no Iêmen morrera após lutar pela vida durante 3 dias de parto. Um número interminável de meninas tem sido vítimas dessas atrocidades praticadas no país.

Esses casamentos forçados tem sido alvo das denúncias de organizações internacionais que atualmente combatem essa tradição desumana e cruel.

A imagem abaixo é extremamente revoltante. Essa tradição permanece até os dias de hoje por causa da extrema miséria do país.

 

A grande maioria dos paios são muito pobres que não conseguem recusar as ofertas que os noivos fazem, praticamente comprando as meninas, no que é dos mais deploráveis comércios do planeta. Partilhe esse artigo para que essas imagens sejam divulgadas por todo o mundo.

 

Análise da Carta Aberta para o Califa do Estado Islâmico

Um número de “sábios do islão” assinaram uma carta aberta dirigida a Al-Baghdadi, o califa do Estado Islâmico. A carta se encontra neste link, e uma versão em portugês foi feita disponível aqui.

O teor da carta é típicamente islâmico. Ela se compõe de 24 afirmações soltas no ar. As frases são vazias, e foram escritas para dar a impressão de que Al-Baghdadi está fazendo algo errado. Acontece, que Al-Baghdadi está satisfazendo cada uma delas!

O que estes “sábios do islão” estão tentando fazer é inculir nos infiéis a idéia que Al-Baghdadi não está fazendo nada disso, com o intuito de iludir os infiéis. Isso é taqiyya, simples e pura.

Eu vou comentar cada um dos itens, oferencendo referências.

1- No Islã é proibido emitir fatwas sem todos os requisitos necessários de conhecimento. Mesmo assim as fatwas devem seguir a teoria legal islâmica como definida nos textos clássicos. Também é proibido citar uma porção de um versículo do Alcorão – ou parte de um versículo – para derivar uma regra sem observar tudo que o Alcorão e os hadiths ensinam sobre aquela questão. Em outras palavras, existem pré-requisitos subjetivos e objetivos para as fatwas e não se pode “escolher” versículos corânicos para argumentos legais sem considerar todo o Alcorão e os hadiths.

As regras a serem seguidas foram estabelecidas na lei islâmica Sharia. Fatwas não passam de éditos específicos que não podem contrariar a Sharia. De modo que a Sharia é a base de tudo. E, nós já sabemos o que ruim existe na Sharia com respeito às mulheres, homossexuais e não muçulmanos. O que existe de pior na Sharia está resumido aqui.

2- No Islã é proibido emitir normas legais sobre qualquer coisa sem ter domínio absoluto da língua árabe.

As Escolas de Jurisprudência Islâmica foram escritas em árabe, por árabes, baseadas no Alcorão, nos hadices e na Sirat em árabe.

3- No Islã é proibido simplificar excessivamente questões da Shariah e ignorar ciências islâmicas estabelecidas.

Exatamente. Basta consultar a Sharia.

4- É permissível no Islã [para os eruditos] diferir em qualquer questão, exceto aqueles fundamentos da religião que todos os muçulmanos devem saber.

Os fundamenttos que todos os muçulmanos devem saber estão na Sharia.

5- No Islã é proibido ignorar a realidade de tempos contemporâneos ao derivar regras legais.

Desde que não se contrarie a Sharia. A Sharia têm precedência sobre tudo.

6- No Islã é proibido matar o inocente.

Ou seja, é proibido matar outro muçulmano (veja explicação aqui). Os não muçulmanos não são inocentes pois eles rejeitaram Alá e o seu mensageiro (Maomé). Veja só como o próprio Maomé se refere aos não-muçulmanos: “O Profeta passou por mim em um lugar chamado Al-Abwa, ou Wad-dan, e lhe foi perguntado se era permitido atacar guerreiros infiéis Al-Mushrikun à noite, e com isso expor suas mulheres e crianças ao perigo”. O Profeta respondeu: “Eles (as mulheres e crianças) pertencem aos infiéis”. (Hadice de Bukhari, Vol. 4, Livro 56, nº 3012).

7- No Islã é proibido matar emissários, embaixadores e diplomatas, portanto, é proibido matar jornalistas e trabalhadores humanitários.

Eu não sei de onde eles tiraram isso, contudo, “jornalistas e trabalhadores humanitários” não são “emissários, embaixadores e diplomatas”!

8- O jihad no Islã é uma guerra defensiva. Não é permissível sem a causa e o propósito certos e sem as normas certas de conduta.

Jihad significa “guerra para estabelecer a religião” (islão) e pode ser tanto defensiva como ofensiva. Na verdade, a maior das campanhas militares de Maomé foram ofensivas. E, após a sua morte, os seus companheiros saíram conquistando o mundo não foi por legítima defesa. Quer dizer que eles invadiram, por exemplo, a Espanha e a França por legítima defesa?

Jihad é algo consolidado na lei islâmica e na jurisprudência de tal modo que é uma obrigação do califa promover jihad sempre que ele possa!

9- No Islã é proibido declarar as pessoas como não muçulmanas, a menos que elas declarem a descrença abertamente.

É por isso que estes sábios não podem declarar Al-Baghdadi, e nem qualquer um dos jihadistas assassinos do Estado Islâmico, como ‘não muçulmanos’!

10- No Islã é proibido prejudicar ou maltratar – de qualquer forma – os cristãos ou qualquer “Povo do Livro”.

Do ponto-de-vista islâmico isso é correto, já que o islão tem normas de como lidar com cristãos e judeus. Contudo, estas normas são desumanas e contrariam os Direitos Humanos! (Leia sobre as Condições de Umar e sobre a visão supermacista sobre o povo do livro e como um imã descreve como deveria ser a humilhante vida de um cristão sob a Sharia).

11- É obrigatório considerar os Yazidis como Povo do livro.

Existe base legal para esta afirmação. Contudo, veja acima como é a vida do “povo do livro”.

12- É proibido no Islã a reintrodução da escravidão. Foi abolida por consenso universal.

Eu gostaria de saber onde esta abolição da escravatura sob o islão pode ser encontrada. Tal “abolição” exigiria que a Sharia fosse re-escrita! Onde está isso? Na carta, os “sábios do islão” mencionam os capítulos (suras) 58 e 90. A Sura 90 é de Meca, e a Sura 58 é Medina. A primeira (90) se refere a santidade da cidade de Meca, e a segunda se refere a “libertar um escravo para poder se divorciar (chamando a sua esposa de mãe).” Nenhuma trata de abolição da escravatura!

Os “sábios do islão” omitiram as Suras 4:24, 33:50 e 4:3, que estabeleceram a escravidão sexual (as mulheres que a mão direita possui), exatamente aquilo que o Estado Islâmico faz! Onde Alá aboliu isso? (leia mais aqui)

13- No Islã é proibido forçar as pessoas a se converterem.

Isso é algo que está correto se olharmos do ponto-de-vista islâmico: opções são oferecidas, e a escolha é do infiél. Os descrentes em geral tem duas opções: conversão ou morte. O “povo do livro” (cristãos e judeus) tem 3 opções: conversão, morte ou submissão à Sharia como cidadãos de terceira-classe (dhimmi). Veja bem como o islão é generoso e Alá misericordioso. Opções são feitas. O infiél será morto como consequencia da sua própria escolha.

O fato de que a “convivência pacífica” não ser uma opção não vem ao caso.

14- No Islã é proibido negar às mulheres os direitos delas.

A questão aí é que os direitos das mulheres sob o islão são contra os Direitos Humanos Universais. Veja quais são neste artigo.

15- No Islã é proibido negar às crianças os direitos delas.

Por exemplo, (a) o direito de seus pais as casarem ainda na tenra idade, ou (b) de as matar.

(a) m3.13 (1) O único guardião que pode impor a sua guarda a se casar é o pai de uma noiva virgem, ou pai do seu pai, impor significa a casá-la com um partido apropriado (def. m4) sem o seu consentimento.

(b) o1.2 Não existe retaliação para … (4) um pai ou a mãe (ou seus pais ou mães) para matar sua descendência (filhos), ou os descendentes da sua descendência (netos);

16- No Islã é proibido promulgar punições legais (hudud) sem seguir os procedimentos corretos que asseguram justiça e misericórdia.

Vejamos um exemplo sobre os procedimentos legais, direto da lei islâmica:

O24.9 Se o testemunho está relacionado a fornicação [sexo ilícito] ou sodomia, então exige-se quatro testemunhas do sexo masculino (O: que testemunham, no caso de fornicação, que eles viram o infrator inserir a cabeça de seu pênis na vagina dela)

Fonte Manual de Lei Islâmica ‘Umdat al-Salik wa-‘uddat al nasik (The Reliance of the Traveller), Amana Publications, p. 638.

17- No Islã é proibido torturar pessoas.

Estes sábios deveria ter dito isso para Maomé. Talvez ele não tivesse torturado Kinana.

18- No Islã é proibido desfigurar os mortos.

Mas nada impede de se ter sexo com os mortos.

19- No Islã é proibido atribuir ações maléficas a Alá.

Sim, Alá faz isso por ele próprio.

20- No Islã é proibido destruir os túmulos e templos dos profetas e companheiros.

A rigor, no islamismo é proibido que se construam templos sobre túmulos de profetas e companheiros. Esta proibição é tão séria que ao final da sua vida Maomé disse: “Que recaia maldição sobre os judeus e os cristãos que tomaram os túmulos de seus apóstolos como locais de culto. Ele [Maomé], de fato, adverte (seus homens) contra o que eles (os judeus e os cristãos) fizeram” (Muslim, Livro 4, No. 1082). E, em outro hadice: “Se algum homem religioso morrer entre estas pessoas eles iriam construir um lugar de culto em seu túmulo e fazer essas pinturas nele. Eles vão ser a pior criatura aos olhos de Alá no Dia da Ressurreição” (Bukhari, Livro 1, Volume 8, Hadice 419). Como então é proibido destruir aquilo que é proibido construir?

21- No Islã é proibida a insurreição armada por qualquer razão além da descrença clara do governante e se ele impedir o povo de orar.

Ao longo da história islâmica, os muçulmanos, tenham sido os califas, emires, sultões, quem seja, quebraram esta proibição a todo o momento. A história islâmica é cheia de lutas internas e guerras civis.

22- No Islã é proibido declarar um califado sem consenso de todos os muçulmanos.

Nunca na história islâmica existiu um califado que tivesse o consenso de todos os muçulmanos. Sempre existia algum grupo que contestava o novo califa, tendo sido este o motivo, por exemplo, da cisão entre sunitas e xiítas. A transição política sempre se deu sob conflito, e muitas vezes com um banho de sangue.

23- No Islã é permitida a lealdade à uma nação.

Sim, lealdade a nação do islão, a umah.

24- Depois da morte do profeta, o Islã não requer que ninguém emigre para lugar nenhum.

O fato é que Alá premia quem se muda para outra localidade: “E quem emigra pela causa de Alá vai encontrar refúgio e abundância na terra. E quem abandonar seu lar, migrando pela causa de Alá e de Seu mensageiro, e for surpreendido pela morte, sua recompensa é uma incumbência de Alá. E Alá é Perdoador, Misericordiador” (Alcorão 4:100). Leia mais sobre o conceito islâmico de Hégira.

A propósito, o artigo Estado Islâmico é islâmico e representa o verdadeiro rosto do islão ajuda a entender bem o assunto.
Este desenho mostra a semelhança entre o Estado Islâmico e o islamismo.
Esquerda: Estado Islâmico, culto da morte; Direita: Arábia Saudita, amiga e aliada
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22 de março de 2017

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